9 Sinais de que você é expert em Recursos Humanos

O mundo dos negócios está repleto de profissionais inteligentes, ambiciosos e com currí­culos de dar inveja. Entretanto, nem todos dominam a arte de lidar com pessoas “ que é um fator determinante para o sucesso de qualquer organização.

Esses e outros motivos tornam a área de recursos humanos cada dia mais relevante. Mesmo em cenários complexos, como os de uma crise, a atuação do gestor de RH se tornou indispensável.

Gostar de trabalhar com gente é um dos pré-requisitos para quem pretende obter sucesso nessa carreira, mas a lista não se esgota por aqui. Existem 9 sinais de que você é expert em Recursos Humanos. Eles servem de parí¢metro para quem quer avaliar a trajetória profissional e chegar ao topo.

Confira:

1) Você fala a lí­ngua dos negócios

Para um profissional de RH de sucesso, benefí­cios, ações de qualidade de vida e home-office são mais do que polí­ticas e práticas de gestão, e sim meios para que a empresa possa alcançar seus objetivos. Afinal, funcionários felizes produzem melhor.

Quem domina o idioma dos negócios sabe mostrar “ com números e resultados “ que qualquer investimento voltado í gestão de pessoas vale a pena. Sabe conversar “de igual para igual” com o diretor financeiro e possui livre acesso í sala do presidente.

2) Você é bem-visto na organização

Se os colaboradores não têm medo de passar perto da sua sala, esse pode ser um sinal de que as coisas estão no caminho certo.

Isso porque, há alguns anos, o RH era visto como o “vigia” da organização. Contratava, pagava os salários e fazia justiça via demissão. Embora a cobrança por resultados não fosse tão intensa, a área evoluiu quando inverteu o jogo: colocou as pessoas para atuar ao lado dos negócios.

Quem é bem-visto na organização sabe o quão difí­cil foi mudar essa mentalidade e conquistar status estratégico. Hoje, na sua empresa, as pessoas sabem que têm valor.

3) Você faz boas contratações

Contratar funcionários comprometidos para trabalhar nas posições em aberto parece uma tarefa simples para qualquer gestor, mas muitos RHs não obtêm sucesso nesse quesito. A frustração de perder horas com o processo de recrutamento atinge seu ápice quando o funcionário abandona o emprego.

Especialistas dizem que um processo seletivo pode custar, em média, cerca de R$ 500,00 por hora. Com esse número, é possí­vel ter uma noção do prejuí­zo causado pelas contratações erradas.

Se você é um expert em RH, sabe que não existe uma fórmula exata para acertar na escolha, mas é possí­vel seguir algumas estratégias e obter sucesso, como:

  • Definir com clareza “ e juntamente com o gestor “ o perfil da vaga e do candidato desejado;
  • Tornar a empresa atrativa e mostrar porque vale a pena trabalhar nessa companhia;
  • Mostrar a importí¢ncia dos talentos para o alcance dos resultados;
  • Envolver o gestor da vaga no processo seletivo.

4) Você estimula o desenvolvimento

A difí­cil, porém possí­vel missão de recrutar pessoas certas é apenas o começo de seu trabalho. Um expert em RH está comprometido com a missão de desenvolver talentos, seja por escassez de mão-de-obra ou por estí­mulo ao crescimento.

Por mais que os cursos e treinamentos sejam altamente eficazes (desde que alinhados í s reais necessidades da empresa), você acredita que um bom desafio faz toda diferença na vida de um funcionário.

5) Você antecipa problemas

Visão de longo prazo. Esse é o segredo de quem não gosta de ser surpreendido com mudanças ou crises. Embora elas sejam inevitáveis, muitos RHs conseguem sair na frente e preparam a empresa para superar os desafios.

Mas, afinal, quais são os pensamentos que passam pela mente dos experts no assunto? Veja alguns exemplos:

  • O aumento da expectativa de vida e o envelhecimento tardio estão formando uma nova mão-de-obra para as companhias. Como reter e desenvolver talentos com idade acima dos 60 anos?
  • Até quando o déficit de pessoas qualificadas vai continuar sendo um entrave para os negócios e por que as empresas não conseguem resolver esse problema?
  • Como ter mais produtividade e menos estresse (exatamente o oposto do que se tem agora no Brasil)?

Caso sua lista envolva esses e outros temas, você está no caminho certo.

6) Você não segue modismos

Um gestor de pessoas competente não implanta a última ferramenta lançada no mercado só porque as demais empresas adotaram. Suas ações são pautadas nas reais necessidades da companhia, ou seja, você não se deixa levar pelos modismos.

É claro que as novidades devem ser analisadas, afinal, é preciso acompanhar as tendências e não ficar para trás. O próximo tópico mostra que bons profissionais sabem exatamente o que é isso.

7) Você utiliza a tecnologia a seu favor

Os aplicativos se tornaram essenciais em diversas tarefas do ser humano. Em casa ou até mesmo no trabalho, muitos funcionários resolvem pendências e se comunicam apenas com um toque na tela do celular.

Depois de travar batalhas contra as redes sociais, os experts em RH perceberam que é melhor usar a tecnologia a favor da empresa. Desenvolveram aplicativos para divulgar vagas, receber currí­culos e estimular a qualidade de vida de seus funcionários.

Embora o aplicativo não seja capaz de substituir as polí­ticas de RH, eles servem de complemento e tornam os processos mais eficientes.

Existem mais de 1,5 milhão de aplicativos disponí­veis para download. Um deles pode se encaixar em sua estratégia.

8) Você valoriza a comunicação

Em tempos difí­ceis ou de boas colheitas, o melhor a ser feito é atuar com transparência. Por isso, um expert em RH prefere contar ao funcionário que a empresa tomou uma decisão antes que ele seja informado pela concorrência.

A comunicação interna é uma das principais ferramentas da gestão de pessoas. Gera motivação, consciência e engajamento. Quem sabe usá-la de maneira eficiente atinge resultados surpreendentes.

9) Você cuida de si para cuidar dos outros

Para zelar pelo bem-estar de todas as equipes e gestores, o RH eficiente sabe cuidar de si mesmo. Quando você motiva sua própria equipe e vê sentido nas ações que desenvolve, o trabalho se torna ainda mais prazeroso.

O departamento de pessoas nunca esteve tão em alta como agora. Para manter o padrão, é preciso crescer, aprender e se adequar í s exigências do mercado. Investir no RH é investir em toda a empresa.

Por isso, aproveite outras dicas desse blog e acompanhe as tendências.

Descubra o que falta para o RH trabalhar de forma mais estratégica e compartilhe com os seus colegas de profissão.

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4 Histórias não Contadas sobre quem trabalha com Recursos Humanos

Aquele velho pensamento de que a área de recursos humanos serve apenas para contratar, remunerar e demitir funcionários nunca esteve tão ultrapassado como nos dias atuais.

Em tempos de crise, ou até mesmo quando os ventos estão soprando a favor de sua empresa, resolver e até antecipar os problemas é sempre uma habilidade esperada de qualquer profissional e setor.

A boa notí­cia é que o RH nunca esteve tão em alta. Deixou de ser apenas um departamento que cumpre tarefas rotineiras e se tornou uma área estratégica para a empresa, essencial para os negócios.

É claro que contratar, reter e desenvolver pessoas são três funções básicas desse setor, mas a responsabilidade não se encerra nelas.

Talvez seja essa uma das histórias não contadas sobre o que recursos humanos faz.

Para romper com esse tabu, descubra a seguir outros pontos importantes sobre a atuação do gestor de pessoas e aprenda algumas competências que a faculdade não ensina:

1) Gestão de pessoas não é tarefa do profissional de RH:

A frase que dá nome a esse tópico, que soa até como uma provocação para quem milita na área, foi inspirada na fala do consultor José Luiz Bichuetti, em artigo para a Revista Harvard Business Review.

O especialista defende que os gestores diretos, e até mesmo o presidente de uma companhia, têm papel fundamental na atração, retenção e desenvolvimento das pessoas.

Em outras palavras, cabe aos lí­deres resolver conflitos diários, motivar funcionários, identificar os gaps de habilidades e sugerir treinamentos, dentre outras tantas responsabilidades.

Na visão de Bichuetti, o que recursos humanos faz é traçar as estratégias para que essas tarefas sejam feitas da melhor forma, sem esquecer de mostrar o valor desse trabalho ao alto comando da empresa.

E que tudo isso, preferencialmente, gere muito lucro.

2) RH lida com pessoas, mas também trabalha com números (e muitos!):

Um RH estratégico, que deseja falar a linguagem dos negócios, deve estar ciente de que é preciso ir além do diálogo, da conversa, dos dados subjetivos.

Por vezes, números são necessários, seja para expor resultados ao board da organização ou até para traçar novos programas de gestão de pessoas.

Para traduzir essa ideia em termos mais práticos, basta levar em conta as pesquisas de clima, feitas anualmente em diversas empresas. São ferramentas muito válidas, mas que sacrificam tempo e dinheiro.

Só existem duas possibilidades diante desse cenário:

a) Estudar, analisar e refletir bem sobre o que os números da pesquisa dizem sobre a empresa, e verificar se as necessidades dos funcionários são atendidas com as polí­ticas e praticas de RH;

OU

b) Ignorar os números e se contentar com alguns indicadores positivos, como taxa de rotatividade.

Qualquer dinheiro investido em polí­ticas e práticas de RH deve retroalimentar o negócio, ou seja, é preciso mostrar para o presidente, para o diretor-financeiro ou até mesmo para o time que gestão de pessoas vale a pena.

E é bom lembrar que, na maioria das vezes, eles se convencem apenas com números.

3) Funcionários valorizam o salário, mas esperam outros benefí­cios por parte do RH:

Indo direto ao ponto, fica o alerta: dinheiro não é capaz de reter bons talentos.

Se a companhia ainda não compreende o valor dos benefí­cios não-tangí­veis, a chance de perder funcionários é grande “ até mesmo na crise, em que talentos de alta performance são cobiçados pelas organizações.

Uma pesquisa da consultoria HAY Group identificou algumas das principais necessidades dos funcionários nesse quesito. São elas:

  • Confiança na organização e em sua liderança: O estudo mostra que um terço dos funcionários em todo o mundo afirma ter dúvidas sobre o direcionamento da empresa, e também não tem confiança em seus gestores diretos;
  • Espaço para crescimento: Não basta promover treinamentos se a empresa não dá espaço para o colaborador crescer, seja com promoções ou com o autodesenvolvimento.

A pesquisa diz que quase metade das pessoas não têm certeza de que podem alcançar seus objetivos de carreira na organização em que trabalham;

  • Troca justa: Muitos funcionários ainda acham que dão muito suor pela empresa e recebem pouco dela. E não se trata apenas de dinheiro (embora mais da metade das pessoas se preocupem com uma “justa” remuneração).

As pessoas querem acreditar que a companhia demostra cuidado e preocupação com sua força de trabalho;

  • Ambiente propí­cio para o sucesso: Desafios, treinamentos e cooperação. De acordo com a pesquisa, os colaboradores desejam trabalhar em ambientes sadios, livres de competições entre parceiros. O problema é que 46% não percebem colaboração e apoio entre as equipe.
  • Autoridade e influência: Autonomia é a palavra de ordem nesse quesito. E a boa notí­cia é que, pelo menos nesse ponto, as organizações estão no caminho certo, já que 69% dos entrevistados sentem que tem autoridade para desempenhar seu papel.

4) O que recursos humanos faz tem que constar na agenda da presidência:

Se o RH vem recebendo pressão para dar resultados, isso quer dizer que suas ações estão no foco da liderança.

Por isso, os profissionais devem aproveitar esse momento para conquistar um espaço prioritário na agenda do CEO, demonstrado seu valor e se tornando protagonista nos negócios.

Para tanto, é preciso combater a timidez no trabalho, algo que ainda afeta os lí­deres desse setor.

Uma pesquisa da consultoria Robert Half (2014) revelou qual é o perfil do RH dos sonhos do CEOs. As habilidades e/ou resultados que eles esperam são:

  • Motivação e engajamento (66%)
  • Trabalho em equipe (48,5%)
  • Relacionamento e comunicação (34%)
  • Resiliência (33%)
  • Criatividade e inovação (27,5)
  • Gestão próxima dos liderados (27,5)

Em tempos difí­ceis, como os atuais, é preciso considerar que a tarefa do RH não é das mais fáceis, mas o recado da liderança já está bem claro.

E com o apoio cada vez mais intenso dos CEOs, a área tem de tudo para driblar a crise e ajudar a manter os talentos da empresa

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7 habilidades que os Profissionais de Recursos Humanos dominam

Ser um profissional de recursos humanos nos dias de hoje é uma tarefa desafiadora. Embora a cobrança por resultados esteja cada vez mais intensa, espera-se que o gestor de pessoas não deixe de lado a sua essência, que é zelar pelo capital humano da empresa.

Seja por vocação ou gosto pelo ofí­cio, os RHs desempenham esse papel com muita naturalidade. Eles conseguem, como poucos, traduzir as necessidades dos negócios a partir das necessidades das pessoas.

As habilidades de um RH

Quem se dedica ao mapeamento de competências sabe que algumas aptidões tendem a se apresentar mais em certos profissionais, e na área de gestão de pessoas não é diferente.

Munidos de estudos, pesquisas e percepções, reunimos 7 habilidades que os profissionais de recursos humanos dominam. Embora seja possí­vel acrescentar mais pontos a essa lista, ela revela detalhes do perfil desse expert e dá dicas para quem deseja ter sucesso na carreira.

Habilidade, de acordo com o professor Robert L. Katz, pode ser definida como a capacidade de transformar conhecimento em ação. Essa atitude se revela quando um sujeito é colocado diante de um determinado objetivo.

Vamos í lista:

1) Atuar com diplomacia

Transitar em diferentes áreas e dialogar com gerações distintas são competências inerentes ao RH. Coube a esse profissional desempenhar papeis tão importantes para condução pací­fica dos negócios.

A gestão de conflitos também costuma ser repassada ao gestor de pessoas. Embora os colaboradores tenham personalidades e interesses diferentes, o RH sabe usar essa diversidade a favor do negócio.

Cooperação, parceria e relacionamentos são palavras tí­picas de seu vocabulário.

2) Dar feedback

Diariamente, empresas perdem bons talentos simplesmente por não utilizar uma importante ferramenta de gestão: o feedback.

Não se tratam de profissionais carentes por elogios. O que eles querem são avaliações – positivas ou negativas – sobre seus desempenhos. O palestrante Eugênio Mussak tem uma boa definição sobre o assunto:

“Todos nós precisamos de autoconfiança e autoestima. A primeira para sermos produtivos, a segunda para sermos felizes. Entretanto, essas qualidades psicológicas não obtemos sozinhos. Precisamos do feedback de nossos pais, professores, amigos, chefes”.

Os RHs sabem que o feedback é capaz de retroalimentar o negócio, pois, quando orientados, os colaboradores se motivam a fazer mais e melhor.

Contudo, é importante lembrar que a tarefa de reconhecer e/ou orientar o funcionário é sempre delegada ao gestor. Cabe ao RH estimular essa prática, treinando a liderança e orientando pelo exemplo.

3) Motivar pessoas

Não importa a situação da empresa. Se os negócios vão bem, convoca-se o RH para celebrar os resultados. Mas se as coisas vão mal, o RH entra em cena para resgatar os í¢nimos.

Seja qual for o clima organizacional, o gestor de pessoas tem atuação certa. Afinal, ele sabe que o sentimento de satisfação é tão essencial quanto o salário pago ao funcionário. E por meio de suas polí­ticas e práticas, faz o possí­vel para que as pessoas saiam de casa e enxerguem propósito no trabalho.

O RH também tem faro para identificar os vilões da motivação. Embora cada companhia tenha suas particularidades, estudos apontam três grandes focos de atuação dos RHs. São eles:

  • Salários abaixo das perspectivas;
  • Clima “pesado”;
  • Falta de reconhecimento.

4) Caçar-talentos

Por mais que a tarefa da contratação seja compartilhada entre recrutador e gestor, a arte de garimpar talentos parece ser inerente ao trabalho do RH.

Quando surgem posições chave na companhia, surge a figura do headhunter, incumbido da missão de encontrar o profissional que a empresa tanto procura.

Esse expert, que costuma ter carreira em recursos humanos, observa nos candidatos caracterí­sticas que passam despercebidas pela gerência, como:

  • Autenticidade;
  • Postura ética;
  • Valores;
  • Objetividade;
  • Iniciativa;
  • Visão global;
  • Visão de longo prazo.

Dessa forma, o RH ainda é considerado uma peça essencial na atração de talentos, pois oferece uma visão diferenciada dos candidatos.

5) Ser multitarefa

Além de dominar as questões burocráticas que envolvem seu trabalho, o RH tem vocação para cuidar de aspectos subjetivos que sustentam a organização como, por exemplo, a cultura corporativa.

Para George Kohlrieser, professor do International Institute Management Development (IMD), escola de negócios da Suí­ça, cultura é tudo o que uma pessoa faz quando o chefe não está perto. Em outras palavras, é o conjunto de valores que conduzem o dia-a-dia dos funcionários.

O RH acredita que uma empresa não é feita apenas de resultados e números, pois missão e postura ética contam muito no mercado.

Resumindo: uma cultura mal gerida pode arruinar os negócios.

6) Reinventar

Nos tempos de crise, em que “fazer muito com pouco” se tornou um imperativo, o RH tem a capacidade de simplificar suas ações, buscando novas maneiras de motivar e reter pessoas.

Por mais que o paí­s enfrente uma de suas piores recessões, muitos profissionais de gestão de pessoas estão freando o ritmo de demissões. E com orçamentos í beira do zero, reinventam suas ações de treinamento e encorajam funcionários a compartilhar o conhecimento.

Em poucas palavras, o RH sabe sobreviver às mudanças do mundo corporativo.

7) Liderar

Justamente por ter alta capacidade para lidar com pessoas, o profissional de RH tende a ser um bom lí­der “ e os funcionários esperam isso dele.

Além de agregar pessoas em torno de ideias e valores, ele lidera pelo exemplo, sem impor suas decisões. Ele sabe que deve ser o primeiro a abraçar um conceito antes que os demais colaboradores façam o mesmo.

Um RH lí­der também é capaz de:

  • Assumir responsabilidades;
  • Saber delegar;
  • Tomar decisões;
  • Acreditar nas pessoas;
  • Reconhecer seus limites;
  • Desenvolver novos lí­deres.

Desafios

Dono de 7 habilidades muito requisitadas no mercado, o profissional de RH possui um senso crí­tico apurado em relação à performance do departamento, e enxerga a necessidade de desenvolver outras capacidades e papeis.

O gestor de pessoas ganhou mais destaque nos últimos anos e deve conquistar novos espaços. Fica o desafio de não se apegar apenas í essa lista, mas adquirir novas competências para seguir evoluindo nas empresas.

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